Bombardeio, sequestro e agressão dos EUA contra o governo venezuelano, especialmente o presidente Nicolás Maduro; sequestrado na madrugada e levado para os EUA.
Às 2h00 da madrugada de sábado (horário de Caracas), começaram os bombardeios em várias partes de Caracas e outros pontos da Venezuela.
Locais do bombardeio:
-
La Carlota
-
Quartel de La Montaña, em Catia La Mar
-
Palácio Federal Legislativo (Caracas)
-
Forte Tiuna
-
Aeroporto em El Hatillo
-
Base nº 3 de F-16, em Barquisimeto
-
Zonas de Caracas: Santa Mônica, Fuerte Tiuna, Los Teques, 23 de Enero e todo sul de Caracas sem eletricidade
-
Ataques no casco central de Caracas
-
Base militar de helicópteros de Higuerote
Esse é o 1º ataque militar dos EUA contra um país sul-americano nos últimos 100 anos.

Repercussões internacionais
Milei, no Twitter:
“La libertad avanza. Viva la libertad, carajo!”
Daniel Noboa (Equador):
“A todos los criminales narcochavistas les llega su hora. Sua estrutura terminará de caer en todo el continente.”
Declarações de Trump (Mar-a-Lago, Flórida, ao meio-dia de 03/01 — G1, Wisa Bekhor)
“EUA vão governar a Venezuela interinamente e controlar o petróleo do país.”
“Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos ter certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela.”
“Sob nossa nova estratégia de segurança nacional, o domínio americano no hemisfério ocidental nunca mais será questionado. Não vai acontecer (…). Sob a administração Trump, estamos reafirmando o poder americano de uma forma muito poderosa em nossa região.”
“Vamos fazer o petróleo fluir.”
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país.”
Situação de Nicolás Maduro
Às 3h20 da manhã, os helicópteros já estavam sobre o mar, com Maduro e sua esposa a bordo do porta-aviões.

Reação na Venezuela
A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu a imediata liberação do presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores, reafirmando que o mandatário é o “único presidente da Venezuela”.
“Nunca será colônia de nenhuma nação.”
“Nós estamos prontos para defender nossos recursos naturais, que devem ser para o desenvolvimento nacional.”
(Declaração ao Conselho de Defesa da Nação.)
Gustavo Petro classifica como “agressão à soberania regional”.
“Nenhuma guerra tem a honestidade de confessar: eu mato para roubar.” (Eduardo Galeano)
Observação final
Entrevista de Hugo Chávez, há anos atrás, em que a jornalista questiona se Chávez tem paranoia com os EUA.