(Estratégia Nacional de Segurança dos EUA – Trump, novembro de 2025)
- Primazia dos EUA no Hemisfério Ocidental:
a) Reafirma a Doutrina Monroe.
b) América é zona vital de segurança nacional.
c) Inaceitável a presença e estratégia de Rússia, China e Irã.
d) Deixa de ser parceira para ser “espaço estratégico a ser controlado”. - Confronto estrutural, não cooperação:
a) China – principal ameaça sistêmica.
b) Rússia – ameaça militar e geopolítica.
c) Irã – ameaça regional e assimétrica. - Segurança acima da democracia:
a) Democracia e direitos humanos deixam de ser prioridades universais.
b) O critério principal é o alinhamento estratégico.
c) Regimes autoritários são tolerados, desde que aliados; eleitos, mas desalinhados, pressionados. - Economia como arma de segurança:
a) Sanções, tarifas e bloqueios financeiros.
b) Restrição a investimentos financeiros.
c) Combate à desdolarização e aos BRICS. - Força militar e coerção:
a) Força preventiva.
b) Ampliação da presença militar na América Central, Caribe e América do Sul.
c) Justificativas: narcotráfico, migração e “Estados falidos”. - Multilateralismo seletivo:
a) Desconfiança da ONU, OMC e OAS.
b) Acordos bilaterais.
(Instituições são instrumentos, e não árbitros.)

O método para aplicar o “corolário Trump” está expresso em seu livro A Arte da Negociação. Isso significa que, sob todos os ângulos, a política norte-americana segue essa combinação de corolário Trump e seu método de negociação.
A invasão da Venezuela e o sequestro de Maduro seguem exatamente esse padrão.
Os EUA mantêm debilidades fundamentais, embora mantenham aparência de controle absoluto:
– Não retiraram o chavismo do poder.
– O cerco tem limites de tempo, custo e eficácia.
– Há reação negativa na opinião pública e coesão anti-imperialista na América Latina.
A manutenção da pressão é demonstração dos limites:
a) Delcy não é completamente alinhada ou se submeteu.
b) Qualquer “submissão” pode apenas ter o papel de “ganhar tempo”.
c) Não há alternativa política se fortalecendo.
d) Não houve capitulação, e os adversários aprenderam a lidar com Trump, dentro das debilidades de seu método.