5 de março de 2026 — Guerra começa a se espalhar

smotritch

Bezalel Smotrich afirmou que Israel atacará a região mais pobre de Beirute, no Líbano:

“Dahiyeh vai se assemelhar a Khan Younis. Estamos atacando a cabeça do polvo no Irã e, ao mesmo tempo, vamos cortar o braço do Hezbollah.”

O governo iraniano informou que a fragata Iris Dena foi atingida em águas internacionais. Cerca de 130 marinheiros estavam a bordo.

Um petroleiro explodiu no Kuwait — a tripulação está segura, mas houve vazamento de óleo no mar. Israel prevê a entrada dos Houthis no esforço conjunto Irã/Hezbollah.

O aeroporto de Nakhchivan, no Azerbaijão, foi atingido por 2 drones. O vice-ministro de relações exteriores iraniano, Kazem Gharibabadi, negou a participação do Irã no ataque. Afirmou que os ataques iranianos usam apenas “bases militares de seus inimigos” que estão ativas e “sendo usadas”.

O Irã conseguiu atingir um petroleiro norte-americano, que está em chamas.

O Irã, através de Abbas Araghchi, afirmou que há atividades terroristas na fronteira com o Iraque: “Há relatos de que os EUA estão negociando com forças curdas na tentativa de armá-las e fomentar revoltas.”

Segundo a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), já foram mortos mais de 680 soldados israelenses e estadunidenses.

Segundo o NYT, o Crescente Vermelho contabiliza 787 pessoas mortas no Irã desde o início da guerra.

Trump diz que “precisa se envolver” na escolha do novo líder supremo do Irã e que não aprova o filho de Khamenei:

“O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã. Eles estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso morto. Eu preciso estar envolvido na nomeação, como fiz com Delcy na Venezuela.”

A prepotência e o desrespeito à mínima soberania dos países é provavelmente inédita, embora tenha muita bravata também — já que Delcy não foi posta por Trump: era a vice-presidente e assumiu por sequência de sucessão constitucional.